quarta-feira, 5 de dezembro de 2007

Chavez: Um Déspota Obscurecido

Na segunda metade do século XVIII, alguns líderes, para não abrir mão do poder centralizado, passaram a adotar uma postura algo menos tirânica que o habitual. Ou seja, concederam um pouco para não perder tudo. O despotismo esclarecido teve seu apogeu sob Frederico II e Catarina II. Estes concederam alguns fios de cabelo, para manter as cabeças sobre os pescoços.

Quase trezentos anos depois, surge na América Latina, - e nem poderia ser mesmo em outro lugar - o déspota obscurecido. Essa forma de governo que surgiu sob a farsa de "socialismo", logo se espalhou pelo terreno fértil do subcontinente e após sua estréia venezuelana, encontra-se ativo e operante na Bolívia e no Equador. Tal figura sinistra costuma recorrer aos mesmos e surrados artifícios que seus antecessores ditadores. A novidade fica por conta do mecanismo de minar a democracia lenta e progressivamente.

Um bom déspota obscurecido quer perpetuar-se no poder; quer a justiça submissa; deseja e atua para que a imprensa seja amordaçada; tenta a todo custo acabar com as liberdades individuais e a propriedade privada; o obscurecido quer um congresso com cabeça de lagartixa. Mas o obscurecido quer tudo isso com o apoio das massas. O povo não é o fim pelo qual esbravejam. O povo é a chave que abre o caminho para essa nova forma de governo que também poderia ser chamada "ditadura auto-imposta."

Na cabeça dos tolos, se o povo quer ser dominado e decide isso em referendo, então isso é democracia. Acho que nunca ouviram falar de totalitarismo. Quanta cegueira!

Apenas 2 dias depois de ter levado a sapatada venezuelana, o bufão já está falando em novo referendo! Vejam bem: 2 dias, apenas. Mas o bravo já avisou que vai tentar novamente e que a vitória do povo foi uma "vitória de mierda".

Para os que defendem os plebiscitos, eu deixo uma pergunta singela: caso o obscurecido tivesse instaurado sua nova constituição, quantos anos passariam para se falar novamente em referendo? Como perdeu, bastaram-se quarenta e oito horas. Se perder de novo, faz-se um terceiro referendo, um quarto, até que o resultado seja o que lhe agrada. Aí, não se fala mais nisso.

Sinceramente, eu gostava mais dos antigões. Esses, pelo menos, tinham mais cara de macho. Botavam logo a farda verde e levavam os opositores pro cadafalso. O déspota obscurecido não passa de um ditadorzinho enrustido. Um farsante. Fica querendo demonstrar uma pseudo-democracia para inglês ver. O obscurecido é, no fundo, um tremendo covarde.

2 comentários:

Michelle disse...

Concordo com tudo que vc escreveu... [rs]
Dessa vez, acho q o "Rei" vai ficar com inveja.

dl disse...

Pesquisei e está provado aqui, pode verificar:

A PSIQUIATRIA EXPLICA A ESQUERDOPATIA:

http://virtualpsy.locaweb.com.br...?art=149& sec=91

Os traços da personalidade moral do psicopata (anti-social ou sociopática) seriam:

Amoralidade. São insensíveis moralmente, faltando-lhes o juízo e o sentimento morais e a mínima noção de ética.

O psicopata é, sobretudo, uma pessoa c aversão, descaso e oposição aos valores éticos e às normas de convívio gregário.

O psicopata, por sua vez, superdimensiona suas prerrogativas, possibilidades e imunidades; "esta vez não vão me pegar".

O psicopata não apenas transgride as normas mas as ignora, considera-as obstáculo q devem ser superados na conquista de suas ambições.

P o psicopata, a mentira é uma ferramenta de trabalho. Ele desvirtua a verdade c objetivo de conseguir algo p si, p evitar um castigo, p conseguir uma recompensa, p enganar o outro.

A particular relação do psicopata c outros seres humanos se dá sempre dentro das alterações da ética. P o psicopata, o outro é “uma coisa”, mais uma ferramenta de trabalho, um objeto de manipulação.

A personalidade psicopática faz c q os indivíduos atuem sociopaticamente p satisfazer suas necessidades. P tal, eles podem se valer da extrema sedução, de especial sensibilidade p captar as necessidades e sensibilidades do outro e manipulá-los como melhor aprouver, de mentiras e todo tipo de recursos independentemente do aspecto ético.

As crises dos psicopatas são produzidos p frustrações e fracassos e eles colocam sempre a responsabilidade de seu fracasso no outro ou em elementos externos e alheios à sua responsabilidade.

Conduta normal. É sua parte teatralmente adaptada ao padrão de comportamento normal e desejável. Assim agindo o sistema não o percebe e pode até atribuir-lhe adjetivos elogiosos. Como diz o ditado, “o maior mérito do demônio é convencer a todos q ele não existe”.

Conduta psicopática - É a inevitável manifestação de suas condutas psicopáticas, as quais, mais cedo ou mais tarde, obrigatoriamente se farão sentir. Entretanto, c o psicopata costuma ser intelectualmente privilegiado, ele não exerce sua psicopatia indistintamente c todos e todo o tempo. Ele elege sabiamente determinadas pessoas, vítimas ou circunstâncias.

Personalidade Anti-Social - O quadro mais grave onde a mentira aparece c sintoma importante é o Transtorno Anti-Social da Personalidade, ou Personalidade Psicopática. O psicopata utiliza a mentira como sua ferramenta de trabalho. Normalmente está tão treinado e habilitado a mentir q é difícil captar qdo mente. Ele mente olhando nos olhos e com atitude completamente neutra e relaxada.

O psicopata sabe q está mentindo, não se importa, não tem vergonha ou arrependimento.

Normalmente o psicopata diz o q convém e o q se espera p aquela circunstância. Ele pode mentir c a palavra ou c o corpo, quando simula e teatraliza situações vantajosas p ele, podendo fazer-se arrependido, ofendido, magoado.