

Precisa dizer alguma coisa?
Nossas missões: 1- Catequizar os selvagens do PT; 2- Combater o ideário petista e retrógrado; 3- Defender a iniciativa privada e a liberdade dos indivíduos.
O blog do Josias nos oferece uma excelente visão do que é o PT.
Por que será que esses bandidos não gostam da imprensa? Porque eles querem roubar sem que sejam incomodados. Lógico. Acompanhem:
O réu José Dirceu acompanha com vivo interesse o desenrolar do Renangate. Nesta quinta-feira (13), o ex-chefão da Casa Civil comentou em seu blog a “absolvição” do Senado. O que mais lhe chamou a atenção não foi a recusa dos senadores de passar o mandato do colega na lâmina. Não, não, claro que não.
O que causa incômodo a Dirceu é a “reação dos grandes jornais e articulistas”. Sim, sim, isso mesmo. É contra os meios de comunicação e os repórteres que se insurge a pena do companheiro-cassado. “Eles não aceitam a decisão soberana do plenário do Senado. Estão indignados”, anota.
Como se sabe, ao transgredir a ética e o decoro parlamentar, Renan Calheiros virou o transatlântico do Senado de ponta-cabeça. E o que faz José Dirceu? O chefe da “quadrilha” reclama do mar.
“Alguns jornais e revistas hoje são panfletos políticos, as manchetes de primeira página já vêm carregadas de opinião”, queixa-se o primeiro-investigado. “Imagine se o STF tivesse rejeitado a denúncia do Ministério Público, ainda que para alguns acusados. Seria execrado pela mídia, como, agora, o está sendo o Senado”.
É curioso notar o desprezo de José Dirceu com o que resta de sua biografia. Desde que foi proibido de disputar eleições, o tempo já não existe para ele. Para Dirceu, só há o passar do tempo. Ou, por outra, o tempo de Dirceu não passa mais. Já passou.
No passado, quando Dirceu ainda tinha futuro, José Dirceu costumava servir-se da mídia para confrontar os que aviltavam a ética. No presente, ele dedica-se a cuspir nos pratos do pretérito. Antes, o camarada pegava em armas contra o regime que eliminava adversários e cerceava o direito à informação. Hoje, ele dedica-se a matar o tempo.
Escrito por Josias de Souza às 16h24
O governo federal quer contratar quase 60 mil novos funcionários públicos no ano que vem. Um aumento de gasto que supera os R$ 3 bilhões.
São vagas para os Três Poderes e para o Ministério Público da União. Todas previstas para o ano que vem. São 1,4 mil para o Legislativo, 12 mil para o Judiciário e 42 mil para o Executivo. No total, 56 mil vagas. As repartições públicas vão encher.
Com estas vagas, o governo vai gastar R$ 3,4 bilhões. Mas, no total, a despesa com a folha de funcionários, vai ser de R$ 130 bilhões, 10% a mais que este ano.
O presidente Lula defendeu as contratações na semana passada. “A gente jamais poderia cumprir as metas do milênio no que diz respeito à questão ambiental se não tivéssemos coragem contra as críticas de que cada funcionário que a gente contrata, que diz que a gente está inchando a máquina. Na verdade, é preciso contratar”, disse o presidente.
E o governo tem contratado. Desde que assumiu, em 2003, foram 232 mil servidores, só no Executivo Federal - ministérios e órgãos públicos. O gasto com o aumento da máquina foi de R$ 53 bilhões em apenas cinco anos.
“Na medida que o governo gasta demais pra manter a burocracia, pra manter a máquina pública, ele gasta menos do que devia em investimentos fundamentais, que inclusive geram emprego”, afirma o senador Álvaro Dias (PSDB-PR).
“A folha de pagamento é a materialização do serviço que o poder público quer oferecer a sua população. Ela deve ser considerada um investimento na qualidade de vida, na qualidade do serviço, do atendimento”, diz o deputado Paulo Pimenta (PT- RS).
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